Cliente processa concessionária de Massachusetts e fabricante da porta após um suposto defeito que causou lesões severas na cabeça.
Por ocasião de um serviço comum, o residente de Massachusetts, Eric Aborjaily, estava pegando seu veículo em uma concessionária Toyota quando foi direcionado a passar por uma porta de serviço
Agora, segundo uma ação judicial recentemente apresentada em tribunal, a porta supostamente se fechou de repente e atingiu Aborjaily na cabeça, causando-lhe lesões significativas.
A queixa, protocolada no Tribunal Superior do Condado de Norfolk, revela que um funcionário da Wellesley Toyota instruiu Aborjaily a entrar na baia antes que a porta “de repente e sem aviso prévio descesse e o atingisse na cabeça”.
O processo nomeia tanto a concessionária Toyota quanto a Rytec, empresa responsável pela fabricação da porta deslizante, como réus.
O que Aconteceu?
Documentos judiciais afirmam que não havia sinais ou avisos alertando os clientes a se manterem afastados da área de serviço. A ação judicial alega ainda que a concessionária Toyota violou seu dever de cuidado para com os clientes, e afirma que a porta deslizante foi projetada, fabricada, instalada ou mantida de forma perigosa.
Aborjaily declara que o impacto resultou em lesões cerebrais, na cabeça e dentárias permanentes. Junto com suas alegações de negligência contra a Wellesley Toyota, ele também acusa a Rytec de negligência e quebra de garantia, segundo informações do Auto News.
“No momento dos incidentes, os sistemas de segurança estavam ou não operando adequadamente e/ou falharam”, afirma a ação judicial. Nem a concessionária Toyota nem o fabricante da porta comentaram sobre o litígio.
Desafios Legais
Este certamente não é o maior processo que a Toyota enfrenta atualmente. Em outubro, uma ação coletiva foi protocolada na Califórnia, alegando que o fabricante de automóveis executou uma operação criminosa para ocultar falhas significativas no Mirai movido a hidrogênio.
Segundo a ação, esses veículos representam “bombas-relógio” e incluem todos que possuem ou alugaram um Toyota Mirai de 2016 a 2025 nos últimos quatro anos.

